Não sei se são conceitos baseados em experiências, consequências de análises advindas de situações vividas, a idade das células ou se é tudo isso e mais um tanto.
Algo, o qual eu não esperava encontrar de forma tão casual, emergido de profundidades primárias instintivas, a qual eu nem vi por onde veio, chegou a mim, me olhou nos olhos, estendeu um braço e abriu uma porta. Entrei em sintonia com uma situação que me parecia familiar mas que eu nunca tive contato. Esse 'algo', o qual eu ainda não conhecia, completou um quadro de perfeição vigorosamente autêntico e fatídico. Parei pra alinhar o pensamento. Era verdade.
Não é o amor que lapida os olhos. São os olhos que lapidam o amor.

Nenhum comentário:
Postar um comentário